Quem sou eu...

Nome:Flávia Pozzebon
Idade:21
Cidade:Santa Maria, Rio Grande do Sul
Aniversário:09/03/1984
Meu signo:Peixes
O que curto fazer:Passear, viajar, ler, escrever, dormir, comer e outras coisinhas que não lembro agora
Quem admiro:Meus pais, pela força de enfrentar as adversidades que a vida nos coloca
Minhas atividades: No momento curso Arquivologia na UFSM, mas sou formada em Ciências Sociais pela mesma universidade
Um beijo para... Minha irmã!
Sonho:Sonhar que o sonho pode ser possível

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Santa Maria, 13 de junho de 2005.

Maisáááááá!!!! Nem vou comentar a música!!!!!!

Garotos (Leoni)

Seus olhos e seus olhares
Milhares de tentações
Meninas são tão mulheres
Seus truques e confusões
Se espalham pelos pêlos
Boca e cabelo
Peitos e poses e apelos
Me agarram pelas pernas
Certas mulheres como você
Me levam sempre onde querem
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos
Seus dentes e seus sorrisos
Mastigam meu corpo e juízo
Devoram os meus sentidos
Eu já nã me importo comigo
Então são mãos e braços
Beijos e abraços
Pele, barriga e seus laços
São armadilhas e eu
não sei oque faço
Aqui de palhaço
Seguindo seus passos
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não

 

Final de semana estava assistindo TV e vi um cara cantanto música de raiz, aquelas bem caipiras. Confesso que não é meu estilo de música, mas com minha mania de interpretar de tudo, até rótulo de xampu, resolvi parar e prestar atenção na letra e descobri que os caras têm emoção e escrevem de uma forma que parece simples, mas que sinceramente eu não saberia como fazer. Ao contrário daquelas músicas sertanejas de dor de amor, essas músicas de raiz representa uma vida sofrida de quem viveu no campo e quer queiram, quer não, são as rapizes do nosso país. Hoje pela manhã, assistindo um programa de notícias, vi que tem uma tendência em alguns lugares do interior do Brasil de se resgatar esse tipo de música e resgatar também a história pouco contada do país. Não estou aqui defendendo estilo musical nenhum, até porque sempre fui uma chata pra isso e acabo criticando de tudo, mas é fácil criticar, sem procurar entender e quando parei pra prestar atenção no que as pessoas querem dizer com suas letras dramáticas, vi que querem dizer muito mais do que imaginava, do que ousava imaginar. Enfim vou colocar aqui a letra que ouvi e resolvi interpretar e vi o quanto somos idiotas de sempre acharmos que somos os melhores em tudo, sem ouvir o que o outro do lado tem a dizer.

Filho adotivo

Com sacrificio eu criei meus sete filhos
Do meu sangue eram seis
E um peguei com quase um mês
Fui viajante, fui roceiro, fui andante
E pra alimentar meus filhos
Não comi pra mais de vez
Sete crianças, sete bocas inocentes
Muito pobres mas contentes
Não deixei nada faltar
Foram crescendo, foi ficando mais difícil
Trabalhei de sol a sol
Mas eles tinham que estudar
Meu sofrimento, ah!, meu Deus valeu a pena
Quantas lágrimas chorei, mas tudo
Foi com muito amor
Sete diplomas, sendo
Seis muito importantes
Que a custa de uma enxada
Conseguiram ser doutor
Hoje estou velho, meus cabelos branqueados
O meu corpo está surrado
Minhas mãos nem mexem mais
Uso bengala, sei que dou muito trabalho
Sei que às vezes atrapalho
Meus filhos até demais
Passou o tempo e eu fiquei muito doente
Hoje vivo num asilo
E só um filho vem me ver
Esse meu filho, coitadinho
Muito honesto
Vive apenas do trabalho
Que arranjou para viver
Mas Deus é grande vai
Ouvir minhas preces
Esse meu filho querido
Vai vencer, eu sei que vai
Faz muito tempo que
Não vejo os outros filhos
Sei que eles estão bem
Não precisam mais do pai
Um belo dia, me sentindo abandonado
Ouvi uma voz bem do meu lado
Pai eu vim pra te buscar
Arrume as malas
Vem comigo pois venci
Comprei casa e tenho esposa
E o seu neto vai chegar
De alegria eu chorei e olhei pro céu
Obrigado meu Senhor a recompensa já chegou
Meu Deus proteja os meus seis filhos queridos
Mas foi meu filho adotivo
Que a este velho amparou

Leiam e interpretem, depois comentem, se acharem que é muita bobagem da minha parte, não me incomodo, podem dizer....beijos!

 

Santa Maria, 08 de junho de 2005.

Continuando minhas homenagens, dedico essa a minhas amigas Fernanda e Josiana, vocês lembram das horas em que cantávamos essa musiquinha tão romântica??? Bons tempos, pena que só restou a música, dispersou-se as cantoras, mas vou colocar aqui, para vocês lembrarem e cantarem em uma só voz....



Fernando
Benny Andersson/Bjorn Ulvaeus
versão Perla/Wally




Outra vez estou amando, como um sol que traz aurora
O teu amor me trouxe luz...

Sou feliz estou te amando, e me entrego a teus momentos
Teu caminho me conduz...
Sem mistérios sem promessas, sem esperas, sem motivos pra chorar

Sou feliz estou te amando, nos teus braços eu encontro
A paz que chega no depois...

Sou amada estou amando, hoje existe um mundo novo
Todo feito pra nos dois...

Mais doçura, mais ternura, mais poesia, mais carinho pra sonhar...

(refrão)
Nosso amor nasceu foi pra ficar
E eu vou te amar Fernando
Nosso amor nasceu foi pra ficar
E eu vou te amar Fernando

Sei que existe um paraiso azul, só pra nos dois...

Nosso amor vai nos levar pra lá
E eu vou te amar pra sempre
Nosso amor vai nos levar pra lá
E eu vou te amar pra sempre

Sou feliz estou te amando, nos teus braços eu encontro
A paz que chega no depois...

Sou amada estou amando, hoje existe um mundo novo
Todo feito pra nos dois...

Mais doçura, mais ternura, mais poesia, mais carinho pra sonhar...

Repete refrão

 

Yuhhhhuuuuuu, bom continuando na onda musical, andei garimpando umas músicas pra lá de bregas, hihihih, por isso levantem as mãozinhas pra cima e cantei junto com o com o Lindomar Castilho...
Eu vou rifar meu coração
Vou fazer leilão
Vou vende-lo a alguém
Não vou deixar o coitadinho
Viver sempre sem carinho
Ficar sempre sem ninguém
Amanha mesmo vou sair
Sem saber aonde ir
Pelo mundo a procurar
Não me interessa a riqueza
Não me importa a pobreza
Quero alguém que saiba amar
Eu vou rifar meu coração
Vou fazer leilão
Vou vende-lo a quem der mais
Eu vou rifar meu coração
Vou fazer leilão
Por amor carinho e paz

hehehe, eu sei que tá todo mundo desconsolado, chorando, por isso ouçam também Vale de Lágrimas da Fafá de Belém, outra hora coloco a letrinha aqui. Essa música é especialmente para a minha queria amiga e nova porto-alegrense Luci. Luci, eu sei não precisa me agradecer...Beijos!!!

 

Sou meio doida pra música, tive um passado que me condena, gostava das boys band, bom todas as minhas colegas adoravam...hummm, tenho vergonha desse passado tenebroso, melhor nem lembrar, hehehe. Enfim, não quero dizer hoje que meu gosto é muito melhor, talvez daqui a 20 anos tenho vergonha do meu passado que é o presente de hoje, mas, mais uma vez enfim, é melhor não alimentar esse "auto-terrorismo musical". Tem canções que não gosto 100%, ou seja, gosto da letra, como se a letra me definisse em algum momento ou não me definina, mas simplesmente gosto. Estava vagando por uns sites, visto que não tenho muita coisa pra fazer aqui e achei Meus 15 anos do Ira. Humm, não desejo meus 15 anos de volta, não que não tenha sido bom, é que, bom é que não foi lá essas coisas. Aí vai a música, eu leio a canção e interpreto, vai ver é o meu mal de ler tudo o que vejo, até o rótulo do xampu, todos os dias, hihihi.

15 anos
Ira!
Composição: Desconhecido

Quando me sinto assim
Volto a ter quinze anos
Começando tudo de novo
Vou me apanhar sorrindo


Seu amor hoje
Me alimentará amanhã
Eis o homem
Que se apanha chorando


Vivendo e não aprendendo
Eis o homem, este sou eu
Que se diz seguro
Que se diz maduro


Seu amor hoje
Me alimentará amanhã
Eis o homem
Que se apanha chorando


Vivendo e não aprendendo
Eis homem, este sou eu
Que se diz seguro
Que se diz maduro


Seu amor hoje
Me alimentará amanhã
Eis o homem

Santa Maria, 03 de junho de 2005.

A melhor forma que encotrei de demostrar os sentimentos, sem dúvida, é a poesia. Sei e não me considero poeta, mas sei e considero os poetas. Eles colocam em versos as palavras que gostaria que de minha boca saíssem. Alphonsus de Guimaraens (1870-1921), mineiro de Outro Preto, vez de seus versos a arte de encantar, ao menos a mim, quando escreveu Ismália. Puro sonho ou quem sabe pura realidade. Bju!



Ismália

Alphonsus de Guimaraens


Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...

E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...

Essa é demais!!!
Amo Vinícius de Moraes e ele ama as mulheres, hummmm, eu acho...aí vai uma dele pra nos alegrar!!!!!!

"São demais os perigos desta vida
Pra quem tem paixão principalmente
Quando uma lua chega de repente
E se deixa no céu, como esquecida
E se ao luar que atua desvairado
Vem se unir uma música qualquer
Aí então é preciso ter cuidado
Porque deve andar perto uma mulher..."